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Agronegócio

Equipamentos Pinhalense agregam valor para produção de feijão e cereais

A linha desenvolvida pela Pinhalense é de construção robusta e de fácil operação

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Equipamentos Pinhalense agregam valor para produção de feijão e cereais

Os produtores de feijão e cereais, como soja, milho e trigo, lidam com uma série de dificuldades, relacionadas à colheita e ao processamento pós-colheita, para conseguir oferecer um produto de qualidade e valor agregado ao mercado. Nesse sentido, a Pinhalense oferece equipamentos específicos para as necessidades desse segmento, como a máquina de pré-limpeza e o secador rotativo com polimento.

Entre os desafios vividos pelos produtores, está o de precisar secar os grãos por conta da colheita em tempo de chuva, o que acarreta uma dificuldade de controlar a umidade. Se o índice de umidade atingido pela produção estiver fora do padrão que a comercialização exige, ele recebe um valor menor por saca e pode até perder a safra. Outro problema é o custo alto para que uma cerealista ou cooperativa faça o processo de pós-colheita, diminuindo a rentabilidade.

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Diante desses problemas, uma alternativa para o produtor ter menos perdas financeiras é investir em equipamentos que agreguem valor ao produto, permitindo que ele seja vendido por um preço maior. A pré-limpeza e o secador da Pinhalense permitem inclusive que se adicione uma safra à propriedade por ano, aumentando o lucro anual do produtor, pelo fato de diminuir o tempo da cultura. Além do fato de conseguir colher em épocas de chuva, sem perder o produto.

A máquina de pré-limpeza é de primordial importância em unidades de beneficiamento de sementes, bem como em armazéns, cooperativas e moinhos que processam grãos e café. A linha desenvolvida pela Pinhalense é de construção robusta e de fácil operação, adaptando-se à limpeza de qualquer grão através de simples troca de peneiras. Seu movimento uniforme garante excelente trabalho de limpeza e/ou separação e não transmite vibração ao piso ou laje onde esteja instalada.

Com capacidades para 15 e 24 mil litros, o secador rotativo apresenta rapidez na seca, na carga e na descarga, bem como seca uniforme, economia de combustível, vida útil estendida e um sistema de semipolimento que melhora o aspecto do produto acabado – condição fundamental para o feijão, por exemplo, ter sucesso na comercialização, pois o consumidor final demanda por grãos de bom aspecto, brilhantes e uniformes.

Pinhalense: Nossa tradição é para o futuro do campo

Líder mundial em tecnologia para processamento de café, a Pinhalense Máquinas Agrícolas completa 70 anos em 2020, comprometida com o relacionamento direto e o auxílio aos desafios contemporâneos das pessoas do campo, para lhes trazer melhores resultados. Investe permanentemente em pesquisa de novas tecnologias, qualidade e inovação em suas três unidades fabris, que somam mais de 60 mil m² de planta industrial em Espírito Santo do Pinhal (SP). Com cerca de 840 colaboradores, tem máquinas em operação em quase 100 países para clientes de todos os portes, nos segmentos de café, cacau, castanha, feijão, cereais, pimenta e noz macadâmia, detendo mais de 25 patentes em diversas etapas do processamento, da recepção à exportação.

Site oficial http://www.pinhalense.com.br.

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Agronegócio

Safra de café promete ser boa no centro-oeste paulista

Além da boa produção, a alta do dólar vem ajudando.

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Safra de café promete ser boa no centro-oeste paulista
 Foto: Reprodução/TV TEM

Se o tempo está bom, as máquinas não param no cafezal. O produtor já sabe que a safra deste ano é das boas no centro-oeste de São Paulo. O clima ajudou e os pés estão carregados.

Cassiano Tosta produz café do tipo especial em uma fazenda em Garça (SP). Ele espera colher este ano 500 sacas de 60 quilos. A maior parte da produção, cerca de 80%, vai para o mercado internacional.

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Ele avalia que a alta do dólar ajudou a aumentar a remuneração dos produtores e isso reforça a expectativa positiva para a safra.

A valorização do dólar está trazendo ganhos maiores, mas os custos de produção também cresceram. É que parte dos insumos segue a cotação da moeda americana.

A safra brasileira de café deve chegar a 68 milhões de sacas de 60 quilos, um aumento de 25% em relação à safra passada. As exportações ficaram em quase três milhões de sacas em maio, volume 23,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado.

De janeiro a maio deste ano, a exportação brasileira foi de 16,6 milhões de sacas, volume 4,3% inferior comparado aos cinco primeiros meses de 2019.

O engenheiro agrônomo Gustavo Guerreiro defende as vendas futuras para que os produtores possam se precaver de uma possível queda nos preços do café, que deve acontecer devido ao excesso de oferta nos meses de julho, agosto e setembro.

Na fazenda de Flávio Peres, grande parte da produção também vai para fora do país. Ele espera colher pelo menos 15 mil sacas de café. Para manter a competitividade, o produtor aposta em tecnologia.

Flávio utiliza georreferenciamento por GPS, que permite que as máquinas usadas no plantio sejam coordenadas através de um sinal de satélite.

Com informações do G1

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