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Tite e CBF cogitam não convocar futebolistas que atuam no futebol brasileiro para os jogos da seleção em novembro

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O órgão máximo do futebol nacional, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o treinador da seleção, Tite, têm discutido a possibilidade de não convocar os futebolistas que disputam o Campeonato Brasileiro para os próximos jogos do Brasil válidos pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

De acordo com a ESPN Brasil, essa premissa já existia na alta cúpula da CBF, principalmente por conta das diversas reclamações feitas por dirigentes sobre os desfalques causados pelas convocações durante a reta final do Campeonato Brasileiro. Tite acabou aceitando discutir a ideia, já que a classificação da seleção brasileira está praticamente garantida. Segundo algumas pessoas próximas do treinador, a tendência é que Tite acabe acatando a proposta da CBF.

As informações colhidas pela ESPN Brasil apontam que Tite estava aguardando para saber como estaria a classificação para as eliminatórias após o término da última Data Fifa. Como os resultados do Brasil foram bons, ele ficou mais inclinado a aceitar a proposta.

Atualmente, a comissão técnica da seleção tem avaliado a reação dos jogadores que atuam no país sobre o assunto, já que alguns deles não gostariam de abrir mão das convocações, ainda mais em um momento em que a lista de convocados para a Copa de 2022 está tão acirrada. Mas tanto a comissão técnica quanto Tite acreditam que podem contornar qualquer problema nas Datas Fifa de novembro. 

Enquanto isso, a CBF se livra das reclamações dos cartolas dos times brasileiros, principalmente com Flamengo, Palmeiras, Atlético Mineiro e outros, disputando as primeiras posições do Brasileirão, assim como outras competições, como Copa do Brasil e Libertadores.

Já Tite aproveitaria as partidas contra Colômbia e Argentina para observar de perto o desempenho de alguns futebolistas que atuam na Europa, como Roberto Firmino e Richarlyson, que disputam uma vaga no ataque da seleção.

Craque em baixa na França

No último jogo da seleção contra o Uruguai, Neymar deu um vislumbre de tudo o que pode jogar e o quanto pode ser decisivo em uma equipe, sendo possivelmente o principal jogador daquela partida, ao marcar um gol e distribuir diversas assistências. 

Com isso, o camisa 10 acabou calando uma boa parcela dos seus críticos, e até mesmo fomentou os torcedores a palpitar nos jogos do Brasil, por conta do bom futebol apresentado em campo. Dessa forma, os amantes dos pitacos podem verificar uma lista das melhores casas de apostas com bônus de cadastro, para darem seus palpites nos próximos jogos do Brasil ou em qualquer evento esportivo coberto pelas plataformas, sendo que a promoção pode até triplicar o saldo inicial dos usuários. 

Contudo, mesmo com o ótimo futebol apresentado vestindo a camisa verde e amarela, Neymar voltou a cair de desempenho no Campeonato Francês, e mais uma vez a imprensa voltou a atacá-lo. No último domingo (24), o Paris Saint-Germain fez um clássico contra o Olympique de Marselha, e a partida acabou decepcionando boa parte dos torcedores, já que acabou em empate. E o diário Le Parisien não poupou o brasileiro, afirmando que ele foi o segundo pior jogador em campo, recebendo nota 4 na avaliação do jornal e ficando atrás apenas do recém contratado lateral-direito Hakimi, que foi expulso da partida na segunda etapa e recebeu nota 3.

Em sua publicação, o Le Parisien afirmou: “Começou bem a partida, chutando cruzado e vendo Luan Peres marcar contra, antes do lance ser anulado pelo VAR. Depois disso, o brasileiro não teve brio para balançar as redes, depois de um chute de Mbappé, aos 31 minutos. No geral, seu jogo foi decepcionante. Nos minutos finais, saiu para a entrada de Wijnaldum”.

No momento da substituição, Neymar saiu de campo com cara de poucos amigos, demonstrando toda a sua insatisfação ao ser sacado de campo. Enquanto isso, os seus parceiros de ataque, Kyllian Mbappé e Lionel Messi, também tiveram notas baixas, porém, melhores que a do camisa 10. O francês recebeu nota 5, enquanto o argentino ficou com um 5,5.

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