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Mogi Guaçu

Governo do Estado autoriza início de obras de 31 moradias em Mogi Guaçu

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© Foto Governo do Estado de São Paulo

O governador em exercício, Rodrigo Garcia, autorizou, nesta sexta-feira (03/12), o início das obras da primeira fase da construção de 31 casas, em Mogi Guaçu. Essa contratação já faz parte do novo formato da modalidade Nossa Casa – CDHU. O secretário de Estado da Habitação, Flavio Amary, participou da solenidade.

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O empreendimento será construído pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). O valor da ordem de início de serviços é de R﹩ 556 mil. Esta é primeira etapa da construção desse conjunto habitacional, que prevê a urbanização dos lotes com pavimentação e implantação de água, esgoto e outros itens. Na fase seguinte, serão realizadas as edificações das casas. Anteriormente, as moradias seriam produzidas e financiadas pela Caixa Econômica Federal. Para dar mais agilidade, a CDHU assumiu as obras, que serão executadas nessas duas fases, pelo novo formato da modalidade Nossa Casa – CDHU.

“Hoje trago uma boa notícia ao lado do nosso governador em exercício Rodrigo Garcia: a autorização para começar as obras de mais 31 casas em Mogi Guaçu para a população que mais precisa. Estamos trabalhando muito para que São Paulo possa participar da retomada econômica gerando emprego, renda, transformando a vida das pessoas”, afirmou o secretário Flavio Amary.

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O conjunto habitacional será edificado no Loteamento Araucária. As casas terão dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e área útil de 47 m2. O financiamento dos imóveis seguirá os critérios da CDHU e as novas diretrizes da Política Habitacional do Estado, que preveem juros zero para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos. Assim, as famílias pagarão praticamente o mesmo valor ao longo dos trinta anos de contrato, que sofrerá apenas a correção monetária calculada pelo IPCA, o índice oficial do IBGE. O valor das parcelas é calculado levando-se em conta a renda das famílias, que podem comprometer, no máximo, 20% dos rendimentos mensais com as prestações.

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